segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Editora Dracaena divulga a capa dos seus novos lançamentos



Área 51? Matrix? Iluminatis? 
A Editora Dracaena resolveu apostar no livro ultra polêmico ‘Pop filosófico’ A Arte da Invisibilidade, do autor carioca Allan Pitz, que realmente promete mexer com imaginário Nerd popular.
O livro não só confirma (dando exemplos cabíveis) a existência de uma ‘matrix ilusória’, criada para nutrir-se de nossa sociedade privada de evolução, mas, também, apresenta formas interessantes de nos tornarmos invisíveis a esta prisão hipnótica.
Para que, por fim, a Terra possa se reunir de uma vez com os representantes intergalácticos de outros povos (interessados em nossa evolução, e prontos para o desembarque em solo terrestre). Uma viagem daquelas!
Segundo o autor, a obra suscita aspectos evolutivos decadentes na filosofia humana atual, empurrando as mentes para soluções simples e libertárias. Trazendo de volta poderes adormecidos da raça humana.
Tudo isto à base muito vinho tinto e irreverência, já que Pitz se auto intitula PhD em Patavina, e grande nerd orgulhoso da boa geração Atari.
Imperdível para quem curte as histórias de conspiração e segredos governamentais.


Meigan é um mundo diferente do nosso, morada de seres especiais e poderosos que se denominam magis.
Na aparência são exatamente como nós, mas as diferenças não podem ser ignoradas por muito tempo. Os magis tem uma relação especial com a natureza e seus elementos, moldando-os a sua vontade e apoderando-se de sua força.

Esses elementos, chamados mantares, não se limitam apenas aos conhecidos fogo, terra, ar e água.

Existem muitos outros, como as sombras, o tempo e até mesmo o controle sobre o próprio corpo. Ter a capacidade de decifrar, entender e interagir com a natureza é um dos principais requisitos para a evolução de um magi.

Para tanto, deve-se, primeiramente, entender que tudo faz parte da mesma manifestação natural e que toda matéria e energia estão inseridas em um processo dinâmico e universal.

Contos de Meigan – A Fúria dos Cártagos começa com Maya Muskaf preparando-se para voltar para casa.   Depois de três anos vivendo na Terra, o momento de retornar a Meigan finalmente havia chegado. Estava preocupada, pois algo afetava seu controle sobre os mantares, talvez algum resquício da misteriosa doença que a debilitou durante a infância.

Com medo de estar novamente doente e para conseguir respostas, decidiu deixar de lado as diferenças com sua mãe, a principal governante do mundo magi. Voltaria a Katur, capital de Meigan, e pediria perdão por todas as brigas passadas.

Assim, abandonou sua vida terrena e entrou na primeira caravana que encontrou. Entretanto, seus planos acabaram tomando um rumo muito diferente daquele que imaginara. No caminho de volta, os soldados que a escoltavam acabaram encontrando destroços e um corpo no chão.

Logo que avistou o homem morto, com os cabelos tão brancos quanto sua pele e os olhos inteiramente negros, Maya soube que se tratava de um dos cártagos – antigos magis que traíram seu povo e por isso foram banidos para uma dimensão paralela.

As implicações para tal presença em território magi eram gravíssimas e não demorou muito para que a garota e seus companheiros descobrissem que os magis traidores estavam tomando o Solo Sagrado e derrubado seus portões de defesa. Agora, em meio ao caos de uma violenta batalha, Maya vai precisar lutar para sobreviver e conseguir responder as perguntas que tanto lhe afligem.

Como os cártagos conseguiram acesso ao Solo Sagrado? Onde estavam os guardiões dos portões, os mais poderosos guerreiros de Meigan?

E, a mais importante de todas, conseguiria chegar a Katur a tempo de encontrar sua mãe?


Quando Heitor se muda para Crisálida, depois de escapar de perseguições enigmáticas em São Paulo, a vida de Maria Luisa também é afetada de forma inesperada. Isa, como ela prefere ser chamada, acaba por se envolver pelo seu misterioso primo que passa a frequentar a mesma escola onde estuda.

Um amor de tirar o fôlego, uma aventura impressionante, cercada pelos mistérios do desaparecimento da fortuna de um pintor de borboletas.

Ele tenta protegê-la, ela coloca a sua vida em risco, uma perigosa paixão com um final que somente um detetive sagaz poderia imaginar.

Isa decide então confrontar o seu perseguidor, sozinha, com o coração na garganta e um tesouro em mãos. Do alto do morro do Vale das Borboletas ninguém poderá escutar o seu grito de socorro.


Por amor se mata? O amor destrói?
E o ciúme, pode ou não ser controlado?

Sentimento Fatal levará você a pensar nessas questões e rever seus conceitos… todos os seus conceitos em relação ao amor.

Dividida entre a paixão avassaladora do marido Roberto, que tem um ciúme doentio, e o grande amor de infância de Daniel, que ela torna a encontrar dez anos depois, Adriana Diniz Martinez terá de vencer o medo e reencontrar a si mesma… Lutar pela própria integridade e também pela filha Letícia, pela qual é capaz de tudo, sobretudo suportar a violência do marido, sobretudo suportar a própria infelicidade.

Com uma narrativa surpreendente, combinada a ingredientes como drama, aventura, sedução e suspense, e tendo ainda como pano de fundo a violência doméstica, a autora faz com que o leitor tenha de prender o fôlego para acompanhar este romance que, em cada novo capítulo, nos revela uma dura realidade que lamentavelmente atinge milhões de mulheres em todo o mundo…
Nos faz descobrir ainda que o amor pode ser tranquilo e seguro, mas também agitado e extremamente perigoso.


Às vésperas de ser nomeado bispo e realizar o grande sonho de sua mãe, padre José Lucas se apaixona pela primeira vez. Seu relacionamento com Thomas lhe proporciona as delícias e as incertezas do primeiro amor, e uma pausa na rotina de suas atividades religiosas.

Entretanto, aquilo que separa as duas faces de sua vida será colocado à prova quando os segredos que os amantes escondem um do outro forem revelados.

José Lucas deverá tomar uma decisão: assumir sua verdadeira identidade ou continuar realizando os desejos de sua mãe, a quem, aliás, o jovem padre não consegue contrariar.

“Porque eu amei” é uma parábola sobre a necessidade de fazer escolhas, assumir consequências e, finalmente, se tornar aquilo que sempre sonhou ser.  Em sua segunda obra literária, Roque Neto lança a patamares ainda mais altos sua habilidade de surpreender leitores e fazê-los famintos daquilo que está por vir.






Livro nota

6 comentários:

as capas da dracaena estão arrasando! compraria o vale das borboletas só pela capa!

Oie!
Concordo com a Samuely! Estão todas muito lindas e eu adorei a do Vale das Borboletas!!
Beijocas,
Giu
http://chocolateliterario.blogspot.com/

Também concordo sobre as capas! Já a minha preferida foi a da máscara, de Contos de Meigan. Tá bem impactante e com os reflexos na lente da máscara ficou super diferente!!! Chamou muito a minha atenção. Gostei da sinopse também. Agora é esperar o lançamento. =D

Concordo com a Samuely, as capas da Dracaena são demais, quando pego um livro da editora em minhas mãos, parece que estou com um estrangeiro, rs!
Adorei todos os livros que serão publicados, não teve um pra miM não gostar, esse Porque eu Amei parece ser muito interessante, o Sentimento Imortal me incentivou muito a lê-lo pela sinopse, o Vale das Borboletas, o título é super bacana e a capa é linda, amei o Contos De Meigan, e A Arte da Invisibilidade me empolgou muito.
QUERO TODOS!!!!!

Aaaaaaaaah o meu livro ainda não está divulgado... Só em Novembro... Mas as capas da Dracaena arrebentam! A minha ficou linda srsrsrsrs

Beijos Dan

@Juliana_Barnes
http://escritasobreatela.blogspot.com/

Adorei a capa e a sinopse do "Vale das Borboletas"! Estou muito ansiosa para ler este livro!!!