Cansado de histórias de amor?

Chegou o livro que você queria

Contos de Meigan

Veja o que achamos deste lançamento da Editora Dracaena

sexta-feira, 2 de março de 2012

Lançamento - Jogador número 1





LeYa Brasil lança o aguardado best-seller “Jogador nº 1”, de Ernest Cline, em fevereiro
Livro, que será adaptado para os cinemas em 2012 e promete revolucionar o 3D, narra a realidade da Terra no ano pós-apocalíptico de 2044

Três chaves escondidas abrem três portões guardados
E três boas qualidades deverão ser inerentes ao errante avaliado
Quem demonstrar ter os exigidos predicados
Chegará ao fim, onde o prêmio será alcançado

A editora LeYa Brasil lançará em fevereiro o best-seller “Jogador número 1”, de Ernest Cline, primeiro livro do roteirista do hit ”Fanboys” – lançado em 2009. Os direitos de adaptação do livro já foram comprados pela Warner Bros, que transformará o best-seller em uma superprodução, que explorará todas as possibilidades em 3D, superando o premiado Avatar.

O ano é 2044. A Terra se tornou um inferno: crise energética, alterações climáticas, fome, pobreza, doenças, guerras, o mundo não é um bom lugar para viver, e o OASIS pode ser moldado de acordo com o desejo do jogador. Não há lugar como a realidade virtual compartilhada.

Este jogo criado por James Halliday dá aos humanos a liberdade de moldar suas vidas como sempre quisera: casas luxuosas, jardins quilométricos, poderes sobre-humanos, além do acesso ilimitado a todo tipo de informação. O ambiente ideal para uma sociedade perfeita.

E foi nesse cenário que o jovem Wade Watts foi educado. Em OASIS ele aprendeu a andar, a falar, a ler e descobriu que a vida era uma porcaria, principalmente a sua. Seu pai morreu quando ele era pequeno, durante um saque à uma loja e sua mãe de overdose quando ele tinha 11 anos. Desde então ele divide seu tempo entre morar na rua e no trailer de sua Tia Alice, que só o aceita para ter acesso a benefícios do governo. Wade não sabe lidar com o mundo real.

E com isso se envolve cada vez mais em A Caça – jogo desencadeado pela morte de Halliday, e que dará ao vencedor acesso a sua fortuna de mais de 240 bilhões de dólares. Basta decifrar o enigma do Convite de Anorak e encontrar o ovo da Páscoa escondido pelo criador do OASIS -, mas a única maneira de sobreviver é ganhar, e para isso Wade terá que abandonar sua existência virtual e lidar com a vida e o amor no mundo real, do qual sempre tentou fugir.


Sobre o autor
Ernest Cline vive em Austin, no Texas, onde dedica grande parte de seu tempo a ser um geek. Este é seu primeiro livro. Para obter mais informações, por favor, visite o site www.ernestcline.com


Lançamento - O circo da noite





O circo chega sem aviso.
Nenhum anúncio o procede, nenhum cartaz em postes ou outdoor, nenhuma menção ou propaganda nos jornais locais. Simplesmente está lá, quando ontem não estava.

Sob suas tendas listradas de preto e branco uma experiência única está prestes a ser revelada: um banquete para os sentidos, um lugar no qual é possível se perder em um Labirinto de Nuvens, vagar por um exuberante Jardim de Gelo, assistir maravilhado a uma contorcionista tatuada se dobrar até caber em uma pequena caixa de vidro ou deixar-se envolver pelos deliciosos aromas de caramelo e canela que pairam no ar. Por trás de todos os truques e encantos, porém, uma feroz competição está em andamento: um duelo entre dois jovens mágicos, Celia e Marco, treinados desde a infância para participar de um duelo ao qual apenas um deles sobreviverá. 


À medida que o circo viaja pelo mundo, as façanhas de magia ganham novos e fantásticos contornos. Celia e Marco, porém, encaram tudo como uma maravilhosa parceria. Inocentes, mergulham de cabeça num amor profundo, mágico e apaixonado, que faz as luzes cintilarem e o ambiente esquentar cada vez que suas mãos se tocam. Mas o jogo tem que continuar, e o destino de todos os envolvidos, do extraordinário elenco circense à plateia, está, assim como os acrobatas acima deles, na corda bamba.

Confira AQUI o primeiro capítulo.

Saiba um pouco mais sobre a obra, vendo a entrevista com a autora:



E agora viajem pelo mágico Booktrailer:

Resenha - Fantasia em tempos de dor



Todos nós temos formas particulares de lidar com nossa dor. 
Alguns procuram o divã do psicólogo, outros se dedicam a tarefas prazerosas, muitas vezes se escondem na cama e tentam se isolar do mundo. Quando estamos mais maduros, na maioria das ocasiões, digerimos estes fatos vagarosamente, com um  gosto amargo e doloroso que insiste em ficar em nossa boca...

Quando somos crianças, lidamos com nossa imaginação para escapar da dura realidade da vida. Mergulhamos na fantasia para escapar do que aperta o nosso coração tão cheio de inocência, e lutamos à todo custo com as experiências que deixarão nossos olhos desfocados com a realidade de crescer.

O pequeno David, criado por John Connoly em O Livro das Coisas Perdidas (Bertrand Brasil, 365 páginas) é um pouco dessa criança que reside dentro de cada um de nós. Às vésperas do clímax da Segunda Guerra Mundial, sua vida não poderia ser mais cheia de percalços. Primeiro, sua mãe morre de câncer, depois seu pai se casa novamente e um novo irmãozinho, Georgie, chega para ocupar um espaço que era dele... 
Como conviver com isso?

Para David, primeiro vieram as crises. Horas em que desmaiava e tremia em crises convulsivas. Mas seus pequenos olhos viam durante esse tempo, lugares mágicos como os dos contos de fadas contados por sua mãe. 

Depois disso, os livros começaram a sussurrar para ele...
Histórias velhas e novas, relatos e murmúrios. Várias vozes entravam pela cabeça de David preparando-o para a maior experiência de sua vida.

Foi assim que, em um dia que ele sequer esperava, mergulhou em um mundo mágico que nós pensávamos só existir nos livros. Só que em vez de campos floridos, temos histórias sombrias, heróis torturados e bestas de arrepiar os cabelos nas noites sem luz. E é nesse universo que o pequeno garoto vai lidar com seus medos, dúvidas e receios como só uma verdadeira criança seria capaz de lidar.

Um rei, um livro misterioso, um malvado Homem Torto, um bando de lobisomens... Qual será a melhor forma de David voltar para casa? E na busca de coisas que julgava perdidas, ele encontra a si mesmo. E nós também!

Como falar de um livro como esse?  MARAVILHOSO!
Acho que, com toda certeza, o autor me ganhou como seu fã inveterado. Esse é o tipo de obra que eu pensaria sem hesitar - queria tê-la escrito! 
Poderia citar várias referências, tanto cinematográficas quanto de livros para tentar definir este livro, como O Labirinto do Fauno, História sem Fim ou até mesmo Coração de Tinta, mas seria apenas exemplos vagos do que quero dizer. Este livro tem características próprias que o deixam longe de ser julgado como uma obra comum.

O mundo saído dos contos de fada que o pequeno David compartilha conosco tem mesclado em seus recantos toda a beleza e tristeza dessa nossa transformação em seres adultos. Apesar de ter muitas características e personagens das histórias que conhecemos desde sempre, os elementos são outros.
Muito mais sombrios, muito mais adultos.

Através do universo que para muitos, até hoje é infantil, o autor tece as trama em volta do personagem principal através de símbolos e metáforas incríveis. Só para você ter uma ideia, o capitalismo e o socialismo são unidos a trama da Branca de Neve! Consegue imaginar isso?!
Ele nos mostra o medo de crescer, o de ser substituído, a guerra que o apavora, tudo em cenas incríveis, perversas e maravilhosas.
O charme é que nada é explícito. Tudo é transitório, poético, fluído. Até as cenas mais maldosas são carregadas de poesia e nos encantam como só um texto especial pode fazer.

David ouviu na escola que o corpo de Billy Golding fora encontrado nos trilhos da estrada de ferro. Ele ouvira a conversa entre seu pai e sua mãe no quarto, e foi assim que soube que Billy estava nu quando foi achado e que a polícia prendera um homem que morava com a mãe num casebre não muito distante do lugar onde o corpo fora encontrado...
... Agora, em outro quarto, pensando em Jonathan e Anna, ele se perguntava se algum homem que vivia num casebre, um homem que vivia com a mãe e guardava doces no bolso, não os teria obrigado a ir com ele até os trilhos do trem.
E lá, na escuridão, o estranho teria brincado com as crianças, à sua maneira.

Assim é o Livro das Coisas Perdidas. Um livro próprio, onde o lúdico e o real se misturam e, cada um a sua maneira, invertendo e subvertendo os papéis, encantam o leitor.



Suspense e Drama entre os livros da Intrínseca


Muito tempo atrás, não se sabia que o amor é a pior de todas as doenças. Uma vez instalado na corrente sanguínea, não há como contê-lo. Agora a realidade é outra. A ciência já é capaz de erradicá-lo, e o governo obriga que todos os cidadãos sejam curados ao completar dezoito anos. Lena Haloway está entre os jovens que esperam ansiosamente esse dia. Viver sem a doença é viver sem dor: sem arrebatamento, sem euforia, com tranquilidade e segurança. Depois de curada, ela será encaminhada pelo governo para uma faculdade e um marido lhe será designado. Ela nunca mais precisará se preocupar com o passado que assombra sua família. Lena tem plena confiança de que as imposições das autoridades, como a intervenção cirúrgica, o toque de recolher e as patrulhas-surpresa pela cidade, existem para proteger as pessoas. Faltando apenas algumas semanas para o tratamento, porém, o impensado acontece: Lena se apaixona. Os sintomas são bastante conhecidos, não há como se enganar — mas, depois de experimentá-los, ela ainda escolheria a cura?

Confira o Booktrailer:





Os gigantes vivem no topo do Monte das Lamentações, escondidos dos humanos que estão lá embaixo. Mas nem todos são realmente grandes. Muncle Trogg, por exemplo, é tão pequeno que acaba virando alvo da zombaria dos outros. Chateado, ele decide descer a montanha e dar uma olhada nos tais Pequenotes, com quem dizem que se parece. E o que Muncle descobre é de fato surpreendente. Um meigo e encantador conto de fadas às avessas, Muncle Trogg: O menor gigante do mundo é o primeiro volume da série protagonizada por Muncle, Emily e o dragão Snarg, que irá arrancar gargalhadas dos jovens leitores 




Park So-nyo, 69 anos, mãe de cinco filhos, desapareceu. Ao chegar a Seul para visitá-los, saindo de sua aldeia com o marido, com quem é casada há mais de 50 anos, ela é deixada para trás em meio à multidão em uma plataforma da estação de metrô. Como fez a vida toda, ele simplesmente supôs que a esposa o seguia. Essa é a última vez em que Park é vista. Começa então a procura, liderada pelos filhos e o marido, que se transforma em uma exploração emocional repleta de remorso e marcada pela triste descoberta de uma mulher que ninguém nunca conheceu. Narrado pelas vozes de uma filha, de um filho, do marido e da própria mulher desaparecida, Por favor, cuide da Mamãe é, ao mesmo tempo, um retrato da Coreia do Sul contemporânea e uma história universal sobre família e amor. 

Veja entrevista com a autora:

quinta-feira, 1 de março de 2012

Resenha - Loucura e a genialidade



Um bom thriller policial, hoje em dia, é raro. Podemos contar nos dedos quem se aventura por este estilo. Já fui fã de Ross MacDonald e no momento Dennis Lehane é imbatível, pelo menos em minha opinião pouco abalizada. Também gosto dos brasucas, como não: o desconhecido Joaquim Nogueira, a visceral Patricia Melo, o titã Tony Bellotto e o inconfundível mestre Rubem Fonseca, entre tantos outros.

Por que tudo isso? Para começar a falar deste romance policial que me chamou a atenção logo pelo trabalho da capa – Dança da morte (Record, 502 páginas) – belíssima, porém não entendi em momento algum a relação desta com o enredo. O livro é um calhamaço que li rapidamente, tal o capricho com que os capítulos vão se desenvolvendo e nos envolvendo.

O livro trata do drama vivido pelo policial D’Agosta que tenta lidar com a morte de seu amigo Aloysius Pendergast, que lhe deixa uma incumbência post mortem: impedir que seu irmão Diogenes Pendergast cometa um crime que entraria para a história. Mas que crime seria esse? Não há pista. Apenas o aviso de que todos aqueles que se envolveram com Aloysius correm risco de morte. Aliás, logo no início, uma série de assassinatos misteriosos começam a acontecer dando início a uma corrida contra o relógio. Taí, um enredo clássico de perseguição a uma mente criminosa.

O livro é escrito a quatro mãos e percebemos que Douglas Preston e Lincoln Child é uma dupla afiada, madura, focando personagens sólidas, bem construídas. Em nenhum momento percebemos a escrita de um ou de outro. Fiquei encantado.
Há cenas cinematográficas como esta:

“Bem acima dele, um homem pendia do céu com os braços abertos, agitando-se, desesperado... Por instantes Sawtele teve a impressão de que ele estava apenas levitando... Foi então que percebeu a fina corda esticada que o prendia pelo pescoço...
O homem balançou e tremeu, e suas costas arquearam em agonia de maneira que a vítima parecia ter dobrado seu corpo ao meio...
De súbito a corda partiu-se. O homem, batendo os braços e sacudindo as pernas, veio caindo como um foguete bem na direção dele.
...Uma fração de segundo depois veio a explosão do vidro, e com ela uma sombra que em alta velocidade arremessou-se através de uma chuva de cacos de vidro e foi aterrissar... sobre as senhoras e suas saladas de frutas, que se desintegraram...”

Há citação do famoso psiquiatra escocês R.D.Laing, que nos remete à loucura e já nos dá uma pista de como será desenvolvida a trama
:
...”A doença mental é a resposta sã ao mundo louco”.

E diálogos inteligentíssimos, ácidos, profundos, cheios de referência ao existencialismo de Kierkegaard (aos que gostam de psicologia e filosofia irão se apaixonar, para quem não curte não haverá problema algum):

“Ela parou. O medo voltou com toda a força.
– Por quê?
– Finalmente uma pergunta inteligente. Sou um existencialista. Construo meu significado a partir da carcaça supurada desse universo apodrecido. Embora a culpa não seja sua, acabou se tornando parte desse significado. Mas não sinto pena de você. O mundo está transbordando de dor e sofrimento. Apenas escolhi organizar a festa em vez de me oferecer como mais uma vítima insensata. Não sinto qualquer prazer pelo sofrimento alheio... Este é o meu significado...”

Corri atrás de outros livros desses autores, daí começou o meu calvário. Este livro é o sexto de uma série que já possui “onze” livros. Aí eu me pergunto: por que lançar apenas o “sexto” livro de uma série? Isso mesmo, não há nenhum livro anterior ou posterior lançado pela editora. Encontrei outro livro, por outra editora, mas a Record começou pelo sexto. É frustrante. Pesquisando mais um pouco descobri que este sexto livro faz parte de uma trilogia dentro dessa mesma série iniciada pelo quinto livro e finalizada no sétimo!

Daí foi demais pra minha paciência. Existem algumas passagens que fazem referência a um livro anterior que deveríamos ter lido, mas que não existe. Isso acaba sendo o maior pecado e a maior crítica que faço. Se forem lançar uma saga, que o façam desde seu início. Será que este foi lançado pela sua qualidade, pra testar o mercado?

Bom... é apenas um desabafo. O livro é eletrizante, ação o tempo todo num ritmo vertiginoso, tendo toda a trama direcionada ao gênio morto-vivo Aloysius Pendergast (fiquem de olho neste personagem magistral) e ao seu irmão Diogenes Pendergast (um alucinado com “QI” em patamar estratosférico).
É bom que se diga que o final deste livro compensa qualquer vacilo da editora já que o mistério é revelado de maneira incontestável (fundamental pra qualquer escritor de mistério que se preze), sem mágica ou furo e inicia-se um novo. Estou tão curioso que sou capaz de comprar o livro no idioma original se não publicarem o restante por aqui. Isso é prova de que gostei demais!



Confira os lançamentos da Geração Editorial


Arriscar é viver
Autor: Jim Powell
Tradutor: Samuel Dirceu
Gênero: Romance
Formato: 15,5 x 22,5
Páginas: 352
ISBN: 978-85-8130-005-4
Cod.de barras: 978-85-8130-005-4

Sinopse:  
As Dores da Guerra
Histórias de amor, de enganos, traições, torturas, mortes atravessam este romance. Você vai conhecer, em detalhes, sequelas que Hitler e Stalin deixaram nas pessoas e nos países do Leste Europeu. Jim Powell nos faz mergulhar nos bastidores da II Guerra, da Guerra Fria, do colapso do comunismo na Europa. Um livro escrito com simplicidade, elegância e contida emoção. Impossível ficar indiferente aos dramas que o autor nos revela.




E por que não?

Autor: Maria Elisa Alves
Gênero: Infantil
Formato: 20,5 x 27,5
Páginas: 16
ISBN: 978-85-8130-014-6
Cod. de barras: 978-85-8130-014-6

Sinopse:    
“E por que não?” aproxima universos de meninos e meninas
Em seu novo livro lançado pela Geração Editorial, E por que não?, a escritora e pedagoga Maria Elisa Alves mais uma vez ousa no conteúdo e na forma. Ao tratar dos modelos consagrados pela sociedade como masculino e feminino, a autora aproveita sua larga experiência pedagógica para sugerir com sutileza que meninos e meninas podem experimentar e se deleitar com atividades consideradas exclusivas de cada gênero.


Hitler – Retrato de uma tirania
Autor: Fernando Jorge
Gênero: Biografia
Formato: 15,5 x 22,5
Páginas: 328
ISBN: 978-85-61501-78-5
Cod.de barras: 978-85-61501-78-5

Sinopse:    
O Artífice da Destruição: Nesta biografia equilibrada e imparcial de Adolf Hitler. Fernando Jorge, consagrado biógrafo de Aleijadinho, Santos Drumont e Paulo Setúbal, reconstitui a trajetória do Füher em toda a sua dimensão monstruosa e também humana, desde a pobreza na sua Áustria natal, a tentativa frustrada de se tornar pintor, seu relacionamento como o pangermanismo e o antissemitismo da época, até sua ascensão ao poder supremo na Alemanha, causando a Segunda Guerra Mundial, cujo saldo foi de milhões de mortos e uma destruição sem recendentes que só teve fim com o suicídio dele numa casamata sob as ruínas de Berlim. Buscando nas deformidades do caráter do ditador a verdadeira origem da selvageria nazista, o autor nos deleita com a beleza de sua prosa e com a abrangência de sua erudição, tintas multicoloridas com que pintou  este retrato fidedigno e irretocável da pior tirania da História.


2012 – Nas cortes do Sol
Autor: Brian D’amato
Tradutor: William Lagos
Gênero: Romance
Formato: 15,6 x 22,4
Páginas: 800
ISBN:978-85-8130-019-1
Cod.de barras: 978-85-8130-019-1

Sinopse:
NO MUNDO DE 2012, UM MATEMÁTICO VIAJA NO TEMPO ATÉ A CIVILIZAÇÃO MAIA PARA IMPEDIR UMA CATÁSTROFE SEM PRECEDENTES

No ano de 2012, um matemático sofisticado, especializado em jogos de estratégia em computadores, conhecedor de artefatos divinatórios da civilização maia, investidor em ações on-line, está diante da maior missão de sua vida: impedir que uma antiga predição, num códice recém-descoberto, se cumpra. Para isso, uma equipe de cientistas fará com que ele viaje no tempo até o ano de 664 d.C., para a antiguidade maia, onde se deparará com inúmeros mistérios e uma aventura fantástica como poucas.
Este é o romance de Brian D´Amato, artista plástico, estudioso da civilização maia, que forjou uma narrativa de tirar o fôlego dos apreciadores de ficção científica e romances épicos envolvendo antigas civilizações misteriosas.


Veneno nas veias
Autor: M. G. Scarsbrook
Tradutor: Eliana Sabino
Gênero: Romance Histórico
Formato: 15,6 x 22,4
Páginas: 338
ISBN: 978-85-8130-008-5
Cod de barras: 978-85-8130-008-5
Peso: à confirmar
Sinopse:  

QUEM FOI LUCRÉCIA BÓRGIA?
QUAL FOI SEU PAPEL NA FAMÍLIA MAIS CELEBRIZADA PELO CRIME E CORRUPÇÃO NA HISTÓRIA?
Ela se tornou uma lenda por sua beleza, sua sexualidade e seus crimes, nos quais utilizava fulminantes poções venenosas. Mas quem foi, de fato, Lucrécia, a filha do Papa Alexandre VI, o patriarca da corrupta e violenta família Bórgia, que na modernidade já rendeu romances, filmes e minisséries de TV?
Neste romance histórico eletrizante, a própria Lucrécia Bórgia narra sua história, revelando a vida, costumes, crimes e intrigas na Europa do século XV, período em que a Igreja Católica estava corrompida e os papas mandavam nos reis.
Personagens fascinantes, como o próprio Nicolau Maquiavel, autor do clássico “O Príncipe”, circulam no meio de reis, príncipes, cortesãs, cardeais, artistas, num painel rico e extraordinário muito parecido com os dias atuais, quando governantes corruptos e poderosos também usam todos os meios para garantir seu poder, riqueza e privilégios.